Metodologia · versão 1.0
Como palavras viram um perfil de liderança.
Aqui está como o Talent Index lê as suas escolhas, o que ele mede, como chega ao seu arquétipo e quais são os limites do método.
VISÃO GERALO caminho do dado ao relatório
O QUE MEDIMOSQuatro dimensões, dois polos cada
O modelo parte da hipótese léxica, uma ideia clássica da psicologia: as diferenças de comportamento mais importantes entre as pessoas ficaram registradas nas palavras que usamos para descrevê-las. Organizamos 80 adjetivos, escolhidos para descrever estilos sem julgamento, em quatro dimensões. Nenhum polo é melhor que o outro.
DUAS LEITURASPalco e Essência
As mesmas 80 palavras aparecem duas vezes, em ordens diferentes, com perguntas diferentes. A primeira leitura capta as expectativas do seu ambiente. A segunda capta o seu estilo natural. A diferença entre as duas é informação valiosa: mostra quanto você está flexionando o seu jeito para atender ao contexto.
No resultado, a Essência tem peso maior que o Palco. A escolha reflete o objetivo do relatório: descrever o seu estilo natural de liderança, considerando o contexto em que você atua hoje.
DO CLIQUE AO PERFILComo chegamos ao seu arquétipo
Cada palavra contribui para um dos polos de uma das quatro dimensões. Para cada leitura, o modelo calcula a sua posição em cada dimensão numa escala de 0 a 100, com um ajuste estatístico que evita conclusões fortes a partir de poucas escolhas. As duas leituras são então combinadas numa assinatura única.
Como cada dimensão tem dois polos, existem exatamente 2 × 2 × 2 × 2 = 16 combinações, e cada uma corresponde a um arquétipo. Sua assinatura é comparada matematicamente a todos eles: o arquétipo mais próximo é o seu, e os seguintes aparecem no relatório como perfis adjacentes, com o respectivo grau de aderência.
O mapeamento das palavras, os pesos e os parâmetros do cálculo são propriedade da Talent e não são divulgados, para preservar a integridade do resultado.
OS 16 ARQUÉTIPOSQuatro famílias de líderes
INDICADORESEnergia e esforço de adaptação
- Energia: quantas palavras você reconheceu como suas na leitura de Essência. Indica amplitude de repertório, não qualidade.
- Esforço de adaptação: a distância entre Palco e Essência nas quatro dimensões. Quanto maior, mais você está ajustando o seu estilo ao ambiente.
LIMITESO que o Talent Index não é
O Talent Index é uma ferramenta de autoconhecimento e desenvolvimento, baseada em autodescrição. Ele não é um teste psicológico, não faz diagnóstico, não mede inteligência, competência técnica ou caráter, e ainda não passou por um estudo formal de validação psicométrica. Por isso, não deve ser usado como critério único em contratação, promoção ou desligamento. O resultado reflete como você se descreveu num momento específico e pode mudar com o contexto.
ORIGINALIDADEUm modelo próprio
O banco de 80 adjetivos, os nomes e as descrições das dimensões, os 16 arquétipos, os textos dos relatórios, os gráficos e o código foram criados pela Talent, autora do modelo, e são protegidos por direitos autorais. O Talent Index é independente e não tem vínculo, licença ou parceria com outras avaliações comportamentais do mercado. A estrutura de quatro dimensões dialoga com uma longa tradição pública de estudos de traços de comportamento, citada abaixo.
PRIVACIDADESeus dados, protegidos de ponta a ponta
- Pedimos o primeiro nome, o e-mail, o WhatsApp, a faixa etária e o CEP. Eles ficam guardados com criptografia, numa área sem acesso externo, e você pode pedir a exclusão quando quiser.
- O relatório completo não fica guardado nos nossos servidores: ele fica disponível só pelo seu link de acesso, protegido contra alterações, e no seu PDF.
- Os dados do pedido são apagados automaticamente em até 7 dias.
- Pagamento 100% no ambiente do Mercado Pago. Não recebemos dados de cartão.
REFERÊNCIASLeituras de base
- Allport, G. W. & Odbert, H. S. (1936). Trait-names: A psycho-lexical study. Psychological Monographs, 47(1).
- Goldberg, L. R. (1990). An alternative “description of personality”: The Big-Five factor structure. Journal of Personality and Social Psychology, 59(6), 1216–1229.
- Marston, W. M. (1928). Emotions of Normal People. London: Kegan Paul.
- Jung, C. G. (1921). Psychologische Typen (Tipos Psicológicos). Zurique: Rascher.